
O novo Volkswagen Golf GTI finalmente desembarcou no mercado nacional em um lote extremamente restrito. Ao todo, a fabricante importou cerca de 500 unidades da Alemanha para atender aos entusiastas locais.
A compra exigiu muito mais do que desembolsar a quantia cobrada pelo modelo. Interessados precisaram comprovar histórico de propriedade de outros veículos esportivos da marca antes de fechar o negócio.
Além disso, o contrato previa regras rígidas de exclusividade para o comprador. O proprietário ficava obrigado a oferecer o carro de volta à rede de concessionárias antes de tentar qualquer revenda no mercado usado.
Design e identidade visual exterior
O visual do modelo equilibra esportividade e sobriedade com extrema precisão. A dianteira traz a tradicional faixa vermelha e o emblema iluminado, um detalhe inédito em veículos da marca comercializados no Brasil.
Por outro lado, a versão destinada ao público brasileiro perdeu a tecnologia de iluminação matricial. Os faróis utilizam refletores convencionais em LED, mantendo o acendimento automático dos fachos alto e baixo.
Na parte inferior do para-choque, as luzes funcionais em formato de bandeira quadriculada marcam a presença do esportivo. As rodas diamantadas de 18 polegadas e as duas saídas cromadas de escape completam a traseira.
Cabine e nível de equipamentos
O interior entrega um acabamento caprichado com materiais de toque suave e iluminação ambiente personalizável. Os bancos de série mantêm a tradicional estampa xadrez em tecido com ajustes manuais e aquecimento.
Como opcional, a marca oferece revestimento sintético claro com ajustes elétricos e ventilação por R$ 15.000 adicionais. O painel destaca a multimídia de 12,9 polegadas integrada com conexões sem fio para smartphones.
A lista de equipamentos peca ao omitir a câmera de 360 graus e o recurso auto hold do freio de estacionamento. O espaço no banco traseiro atende apenas com modéstia dois adultos de estatura média.
Ajustes mecânicos para o combustível nacional
A motorização manteve a estrutura consagrada do bloco turbo com dupla injetores de combustível. No entanto, a calibração sofreu alterações para se adequar às normas de emissões e à gasolina comercializada no país.
O motor entrega 20 cv a menos que a versão europeia, mantendo contudo o mesmo torque bruto. O conjunto atua em sintonia com a caixa automatizada de dupla embreagem de sete velocidades e tração dianteira.
O comportamento dinâmico continua sendo a grande referência do modelo nas pistas e ruas. A direção direta e o acerto de suspensão garantem controle absoluto sem comprometer o conforto no uso diário.
Especificações mecânicas
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Motor: 2.0 turbo de 4 cilindros em linha
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Potência máxima: 245 cv a 5.000 rpm
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Torque máximo: 37,7 kgfm a 1.600 rpm
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Transmissão: Automática de 7 marchas (DSG) com dupla embreagem
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Capacidade do porta-malas: 344 litros
Dados de desempenho e consumo
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Aceleração de 0 a 100 km/h: 6,0 segundos
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Velocidade máxima: 250 km/h
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Consumo urbano de combustível: 9,8 km/l
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Consumo rodoviário de combustível: 13,2 km/l
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Distância de frenagem (100 a 0 km/h): 38,2 metros